Public LifeStyle, edição 1

Public LifeStyle1Na primeira edição da revista Public LifeStyle, pude contribuir com o planejamento gráfico e pautas que aproximaram a revista de seus futuros leitores. Abaixo, algumas reportagens escritas por mim para a primeira edição:

Capa – Eles fazem a comunicação em nossa cidade (Diagramação – 52 Capa 53 capa 54 Pedro 55 Pedro 56 Valeria 57 Capa)

Pedro Alcântara, Valéria Guazzaloca, Márcio Barbuy e Clara Monforte. Eles estão nas festas, nos eventos na TV, nos jornais e na revista… por onde você passar na cidade e com quem quer que você tome um café, se perguntar sobre um deles (ou quem sabe sobre todos eles), dificilmente não vão saber de quem se está falando. Esse é o poder da comunicação. Comunicadores por essência ou por formação, não importa, a marca deles já ficou perpetuada na cidade e, no caso de alguns deles que estenderam seu trabalho, em outras regiões. O fato é que fomos falar com eles para saber algumas peculiaridades dessas pessoas que aparentemente conhecemos, mas certamente podem te surpreender. Difícil foi colocá-los juntos com tantos afazeres e agenda. Em uma manhã no Sofitel Jequitimar, no Guarujá, fizemos as fotos e as entrevistas, que se tornaram um delicioso bate-papo entre essas pessoas que são extrovertidas por natureza. No bate-papo, conseguimos identificar vários traços de personalidade em comum: todos se consideram curiosos, apaixonados pelo trabalho e adoram gente. Tanto adoram que são comunicadores. Aliás, uma de nossas maiores dificuldades foi falar com um de cada vez. Entre drinks e almoço, eles não paravam de conversar. Natália Kertes, supervisora de marketing do hotel, apresentou os espaços e garantiu que nosso day use fosse delicioso. Nas páginas a seguir, você confere as particularidades de cada um. Boa leitura!

Pedro Alcântara  – Preparado para vencer

Conhecido por sua curiosidade nata, Pedro Alcântara já demonstrava talento para ser comunicador desde pequeno. Nos tempos de escola, mesmo tímido, ele se saía bem quando tinha de fazer algum trabalho entrevistando alguém. “Acho que minha inclinação para comunicação se dá pelo fato de eu falar e ler muito; sempre fui muito curioso. Já na sétima série do ensino fundamental, fiz um trabalho na Igreja do Valongo no qual entrevistei um padre. Ele falou que eu deveria ser jornalista, pois fazia muitas perguntas inteligentes”, diz o pai de Pedro Rapoport Alcântara, um garoto de seis anos, que enche os olhos paternos de orgulho. “Ele é a minha cara, tem o meu jeito quando eu era da idade dele, bem tímido”.

Caçula com três irmãos e três irmãs, desde muito cedo — e por iniciativa própria — decidiu fazer alguns bicos para ganhar uns trocados. “Não era uma imposição da família. Meu pai ganhava um salário bom, mas com sete filhos não era suficiente. Então não tinha essa de ‘pai, me dá’”. Os mimos que não teve na infância, hoje procura proporcionar ao filho. “Minha casa é praticamente uma loja de brinquedos”, comenta. Casado há sete anos com Isabela Rapoport, ele acrescenta que, por ter horário de trabalho flexível, consegue dar sempre uma fugidinha para casa e passar algum tempo com o filho.

Quando o assunto é trabalho, é perceptível que Pedro é o típico profissional que não só faz o que gosta, como defende com unhas e dentes o que faz. Para ele, colunismo eletrônico deve ser feito com informação e conteúdo. “O colunismo é um instrumento que leva informação ao telespectador sem ser fútil e superficial”, explica.

Sua trajetória profissional começou na área administrativa de uma TV regional. Passou quatro anos lá e chegou ao cargo de diretor da empresa. Seguiu para a Santa Cecília TV, onde tinha um programa do qual era diretor e apresentador. Mas o colunismo eletrônico só começou quando a VTV surgiu como uma nova emissora da região. “Com três meses de programa na VTV, fui informado que me queriam como parte da emissora, o que foi inédito: um concessionário ser incorporado pela emissora.”

Toda essa bagagem facilitou no relacionamento com as pessoas, principalmente com as de sua equipe, nesses um ano e meio do programa Pedro Alcântara. Com 11 colaboradores, se diz um líder democrático. “Gosto de saber e perceber que as pessoas que fazem parte da minha equipe têm autonomia. Elas são perfeccionistas. Tenho muito orgulho deles”, comenta. Para ele, é fundamental apostar na fé das pessoas, ter momentos de cobranças e também de elogios.

Com um estilo de vida simples, o colunista se diz feliz e realizado. “Tenho satisfação em descobrir e aprender o que não sabia antes. E isso acaba se revertendo em uma satisfação do entrevistado, que viu que me preparei para a matéria dele.” E finaliza: “Sempre soube escolher o que quero e o que eu posso. O Pedro Alcântara é um cara que, na vida, fez do limão uma limonada”.

Valéria Guazzaloca – 100% envolvimento

Embora a entrevista formal tenha sido feita no escritório, certas frases de conversas simples, exemplificam melhor quem é Valéria Guazzaloca. “A Public Mídia é uma extensão da Valéria e a Valéria é uma extensão da Public. Se tirarem isso de mim, vou sentir dificuldade de respirar”, confessa a proprietária da editora, em uma de nossas conversas em seu carro. O sentimento, aliás, só não é mais forte que o amor pelo filho, Vitor, de 11 anos, e pelo marido, Marcelo. “Meu filho me fala todos os dias: ‘eu te amo mais do que tudo nessa vida, vou te amar para sempre’. Este é o estímulo diário.”

Na parte profissional, é curioso observar como Valéria Guazzaloca participa dos processos de criação (pauta, entrevistas, editoração, vendas e ainda a parte administrativa) de uma nova edição. Antes das duas publicações, a editora trabalhava com outros produtos. E foram eles que iniciaram a trajetória de sucesso da Public Mídia, que culminou em um prêmio recebido ano passado pela Associação de Turismo de Lisboa. A revista Public First Class foi considerada uma das cinco melhores publicações especializadas no mercado de luxo do país. Os louros da conquista ficam com a publisher, sempre obstinada em construir produtos que prezem pela excelência. Sua vida profissional começou aos 13 anos e desde então, Valéria consegue ser a síntese de uma profissional que busca de si e de seus colaboradores o máximo. “Passo o dia brincando [com os meus colaboradores], tenho cinco minutos de fúria e ninguém respira. Minutos depois, estou fazendo piada. Não é assim? Se eu estiver mentindo, pode editar!” E é justamente dessa forma que ela se comporta: não acrescentaria nem retiraria uma palavra — inclusive a parte dos cinco minutos em que ninguém respira.

Apesar do desejo de menina de apresentar o Jornal Nacional, a vida deu voltas e ela foi se aproximando da área que mais gosta, a comercial. Com orgulho, Valéria diz que trabalhou na área comercial do jornal O Estado de S. Paulo. E com o mesmo orgulho afirma que deixou o crachá em cima da mesa, pois não acreditava mais na filosofia da empresa.

Essa desenvoltura em lidar com gente a ajudou em alguns momentos, principalmente quando entrevistou pessoas para a revista. “É estranho falar de si… Você tenta se vender com imperfeições, mas acaba percebendo coisas que admira em si mesmo… fico tão feliz quando entrevisto pessoas como João Doria Jr., Carlos Ferreirinha e Ricardo Amaral, pois são grandes exemplos de sucesso e temos tantas coisas em comum… entre elas, a paixão pelo trabalho, que é uma das coisas mais fortes em mim.”

E essa paixão é resultado de uma de suas características mais bonitas: o desejo em obter conhecimento e sempre perguntar. “Aprendi que na vida eu posso falar: ‘eu errei, eu não sei e me ajuda’. Essas coisas não estão atreladas a pessoas orgulhosas. Eu não tenho vergonha de nada… se você não consegue dizer o que pensa e sente, o que vai levar da vida?”. E completa: “Quando você se expõe mais, erra mais, corre mais riscos de não te entenderem. Mas com certeza você vive, sonha e realiza muito mais. E as pessoas que gostam de você sabem exatamente com quem estão lidando.” E é claro que, por causa disso, ela paga “um alto preço pela mais absoluta transparência”. Mas, sem falar em transparência, não estamos falando da Valéria.

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Ford Fiesta – O popular cheio de requintes (Diagramação – 82 83 Carro)

Um novo conceito, com um novo design e com uma nova proposta. O New Fiesta, lançado em agosto, foi produzido em uma plataforma inédita global. O carro introduziu mais tecnologia na categoria, tem excelente relação de custo e oferece alta qualidade, com grande nível de segurança, sendo o único do segmento a contar com sete airbags (dois frontais, dois laterais, dois de cortina para a cabeça e um de joelho na posição do motorista), além de ter freios ABS e oferecer três anos de garantia.

Segundo a montadora, o New Fiesta nasceu dentro da evolução do conceito Kinetic, que apresenta uma moderna linguagem, cujo elemento principal é criar um efeito de “energia em movimento”. O objetivo foi criar um veículo atraente, no qual sobressaem os contornos, as proporções e a harmonia.

A aparência é robusta, mas harmônica com as demais partes do veículo. A traseira do veículo apresenta perfil alto, com uma linha de corte curta para garantir um caráter esportivo. As lanternas são duplas e saem da tampa do porta-malas avançando no sentido da lateral do veículo. A esportividade é destacada ainda pelas rodas de liga leve de 15 polegadas.

Quanto à funcionalidade, o carro apresenta itens como: cinco portas-copo, bolsa porta-revistas opcional no encosto do banco do passageiro, amplo porta-luvas e ponto de força de 12V no console, além das saídas de ar-condicionado para os bancos traseiros.

Seu motor é o Sigma 1.6 Flex, da nova geração Ford no mundo. Leve, potente, durável e com baixo nível de emissões, proporciona uma excelente relação de consumo e performance. Com isso, o New Fiesta acelera de 0 a 100 km/h em 11,9 segundos com gasolina e 11,5 segundos com etanol. A velocidade máxima é limitada a 190 km/h, com ambos os combustíveis. O carro roda 11,9 km/l com gasolina e 8,3 km/l com etanol na cidade. Na estrada, faz 12,7 km/l com gasolina e 8,7 km/l com etanol. O preço inicial é R$ 49.900,00.

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Um sonho de iate (Diagramacao – 86 Conceitual)

Dê uma olhadinha nas fotos e responda: você gostaria de viver nessa “ilha”? Antes de pensar em trabalhar mil anos para pagar esse lindo iate, espere, pois isso é só um projeto. Referência máxima em lifestyle, o projeto Tropical Island Paradise foi desenvolvido pela empresa inglesa Yatch Island Design.

A proposta é bem simples: colocar à disposição do cliente, dentro do iate, todas as maravilhas oferecidas pelas Ilhas do Caribe e da Polinésia. O cenário tropicalmente montado tem piscina, bangalôs, bar, heliporto, vulcão (que sai água), sala de cinema, salão de jogos e um SPA. Tudo isso em 90 metros de comprimento. Fala sério, dá para viver dentro dele tranquilamente, não? Para completar, o iate ainda conta com uma bela praia, guardada na parte inferior do barco. O deck promove o acesso ao mar para jetskis e botes. A empresa está em busca de investidores para colocar a mão na massa e construir a ilha. Alguém se habilita?

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Intercâmbio de trabalho – Viajar, trabalhar, amar… (Diagramação – 92 93 Intercambio)

Se você estiver a fim de praticar seu inglês, ganhar responsabilidade, conhecer novas pessoas e se divertir, aproveite: pois fazer um intercâmbio de trabalho pode ser uma experiência inesquecível!

009 foi o ano em que 140 mil brasileiros fizeram intercâmbio no exterior. Mas também foi o ano em que a jornalista Fernanda Carreira, uma dessas 140 mil pessoas, conheceu um grande amor. Fazendo intercâmbio. Em dezembro de 2009, Fernanda viajou para cumprir um programa de intercâmbio de trabalho na Flórida, nos Estados Unidos. Lá, conheceu Rafal Ciecierski, polonês que trabalhava e morava junto com Fernanda e outro amigo. Ano passado, ela voltou ao Brasil trazendo na bagagem um grande amor que culminou em casamento e em lua de mel de seis meses na Europa.

É claro que nem todos tiveram e terão a mesma sorte que Fernanda. Ela mesma nem imaginava que isso aconteceria. Mas não resta dúvida de que um intercâmbio, principalmente de trabalho, tem uma importância elementar, pessoal e profissionalmente falando. Segundo Maura Leão, presidente da Belta (Associação Brasileira de Operadores de Viagens Educacionais e Culturais), hoje em dia, ter a experiência internacional é um grande diferencial no currículo profissional. “E quando o intercambista tem a possibilidade de trabalhar no exterior, sendo na área de atuação ou não, ele conquista uma nova visão do mundo e passa a entender melhor as diferenças, não apenas culturais, mas entre as pessoas e os relacionamentos.”

E justamente todos esses os benefícios contribuíram para levar cerca de 170 mil brasileiros a viajar para o exterior e fazer intercâmbio no ano passado, segundo a Belta. Para 2011, a expectativa da associação é de que o crescimento fique em torno de 20%, chegando a mais de 200 mil brasileiros embarcando para o exterior para fazer qualquer tipo de intercâmbio. “O momento é favorável devido ao câmbio baixo do dólar americano e outras moedas como Euro e Libra esterlina”, comenta Maura Leão.

E a experiência do intercâmbio de trabalho não só tem efeitos na carreira profissional. De acordo com Maura, o intercambista aperfeiçoa o idioma do país de destino, passa a se conhecer melhor, compreendendo seus limites, e adquire independência e flexibilidade. Fernanda concorda: “A sensação que sentimos é semelhante à sensação que uma pessoa tem quando sai da casa dos pais e vai morar sozinho pela primeira vez. Claro que no caso do intercâmbio é uma coisa temporária, mas aquilo já vai te preparar para o futuro. E o fato de essa primeira experiência ser no exterior é maravilhoso, inexplicável! Só passando por isso para saber o que é!”

Segundo a presidente da Belta, o público que mais aposta nesse tipo de intercâmbio é o universitário e o recém-formado, entre 20 e 25 anos, e os EUA sempre foram um dos destinos

mais procurados. Isso ocorre pelo tão conhecido programa “Work&Travel”, onde apenas se trabalha no período de férias universitárias no Brasil. Foi o caso da Fernanda, que estava indo para o quarto ano da faculdade de Jornalismo. “O programa é muito bem planejado e, se você deixar avisado na faculdade antes de viajar, você não será prejudicado, de maneira nenhuma! Voltei para o Brasil no dia 16 de março de 2010 e no dia seguinte já fui para a faculdade”, completa ela, que aproveitou algumas filmagens que fez no exterior para montar um documentário como trabalho de conclusão de curso.

Mas outros tipos de programa de trabalho são oferecidos: estágio remunerado (programas voltados para área específica de interesse ou para atividades gerais); estágio não remunerado (programa para estudantes que estão terminando a universidade ou recém-formados em diversas áreas, que desejam praticar o idioma trabalhando); au pair (intercâmbio cultural para jovens, geralmente moças que coordenam atividades das crianças da casa e são recebidas como pessoas da família); cursos de idioma com trabalho (a maioria dos países exige que os cursos tenham uma carga horária mínima para que seja dada a permissão de trabalho); trabalho de férias (programas específicos para trabalhar em parques, estações de esqui e resorts durante a alta temporada); e trabalho voluntário (o participante pode escolher entre ser voluntário em comunidades carentes ou área de preservação ambiental e cuidado de animais).

O melhor de tudo é que a maioria dos programas exige apenas conhecimento no mínimo intermediário do idioma do país. Alguns exigem experiência profissional, como o caso de Au Pairs, onde é necessário comprovar que já se trabalhou com crianças, além da necessidade de ter carta internacional de habilitação para dirigir.

Agora que você já sobe dos benefícios do intercâmbio de trabalho, tudo fica mais fácil: escolha o destino, dê um abraço bem forte em seus pais e divirta-se nessa experiência fascinante e cheia de responsabilidade!

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