Public LifeStyle, edição 4

599598_327349067358421_1499518316_nA edição 4 tinha como tema restaurantes tradicionais na cidade de Santos. Nessa edição, muitas reportagens, com destaque para a reportagem de capa e a principal de gastronomia.

Ao Chopp do Gonzaga – 50 anos de geração em geração (Diagramação 36 37 Capaok 38 39 Capa 40 Capa)  

Conheça a história de sucessão de uma das casas de gastronomia mais tradicionais de Santos, que completou 50 anos em 2012. São três gerações que foram aprimorando a forma de pensar um restaurante e hoje pensam em expandir ainda mais.

Um modelo de gestão baseado na sucessão familiar. Assim é o restaurante Ao Chopp do Gonzaga, uma das mais tradicionais casas de gastronomia de Santos, reunindo história e boa gastronomia, com gestão passando de geração em geração. Desde a iniciativa de Venerando Rodrigues Quinhones de abrir o restaurante (há 50 anos), o modelo de sucessão familiar tem funcionado muito bem, obrigado, no restaurante.

Na verdade, a concepção de sucessão familiar em empresas veio mudando com o passar dos tempos em várias corporações brasileiras. Antes tratados como herdeiros, os filhos eram ‘forçados’ pelos pais a assumir uma postura de continuar com a empresa. Eram, desde pequenos, incentivados a acompanhar o negócio e geralmente começavam fazendo todo tipo de trabalho (não ficavam somente na parte administrativa) para conhecer todos os ramos da empresa e, finalmente, galgar seu espaço.

Aliás, foi dessa forma que começou José Rodrigues Neto, filho de Venerando. Filho único e com duas faculdades, José queria ser jogador de futebol do Santos. “Também tentei trabalhar na Volkswagen e não deu certo. Aí eu vim para cá. Comecei a vir em 1968, com 19 anos. Meu pai foi pedindo para que eu ficasse e ele também estava sem o sócio dele, então fui ficando e estou até hoje (há 44 anos)”, afirma José Rodrigues, acrescentando que seu pai sempre foi muito duro com ele (e ainda é, mesmo com seus 97 anos), mas acabou gostando de trabalhar no restaurante.

Hoje, ele continua atuando, mas tem tanta confiança nos filhos, Thiago Rodrigues (34 anos) e Vinícius Rodrigues (32 anos), que vai embora geralmente uma hora da tarde, no máximo, em dia de semana. “Dividimos assim: eu faço mais compra, o Thiago é mais da parte administrativa e do financeiro e o Vinícius cuida da parte operacional. Eu aprendi uma coisa com meu pai: todo restaurante que dá dinheiro, ganha na compra e não na venda”, diz ele. Venerando, hoje, não tem uma atuação forte por causa da idade, mas não abandonou o restaurante e está sempre conversando com o filho e os netos sobre as diretrizes.

Mas voltando ao assunto ‘sucessão’, hoje isso tem ocorrido de uma forma diferente. Não mais tratados como herdeiros, os filhos agora tem feito um caminho interessante: fazem faculdades, trabalham na área que gostam e acabam retornando à empresa da família.

Grandes empresas apresentam até contratos de sucessão no qual os filhos fazem alguma faculdade relacionada à área em que a empresa atua, trabalham fora (como empregados) em outras corporações e depois voltam para assumir seu lugar em um cargo administrativo, já pronto para assumir a posição do pai. “O conceito deles é que nem o meu: você só consegue comandar se já tiver sido comandado. Aquele sentimento de chefe, de liderança, de uma animosidade ou de uma simpatia, não importa: a partir do momento que você tem o respeito, você sabe comandar”, explica Thiago.

Apesar de ter seguido as tendências de mercado quando o assunto foi sucessão, isso não foi, de certa forma, programado. “Eu queria vir para cá, sempre quis, mas meu pai não deixava, porque ele achava que quem estudou deveria trabalhar em grandes empresas. E eu sempre pensei o contrário. Mas fui trabalhar em outro ramo, na área publicitária”, conta Thiago.

Segundo José Rodrigues, o principal motivo pelo qual ele não deixou o filho ir trabalhar no restaurante é o fato de não acreditar que Thiago pudesse lidar bem com o público. “Mas ele me surpreendeu”, afirma o pai.

E Thiago só forçou a sua entrada na empresa, pois ouviu boatos na família de que seria melhor vender o restaurante. Aí ele não pestanejou: pediu uma chance ao pai. “Isso foi em 2003. Eu falei ao meu pai que ele até podia vender o restaurante, mas antes ele tinha que me dar uma chance para fazer o que eu queria”, lembra o publicitário.

Thiago ficou seis meses indo ao restaurante ‘sem abrir a boca’. “Entrei aqui trabalhando, verificando… virei um olheiro. Depois de um ano, eu comecei a ter um recebimento super simbólico e comecei a implantar algumas ideias aqui.” A primeira delas foi com relação a parte financeira — e ele não fez faculdade de Administração, então aprendeu tudo ‘batendo cabeça’, como gosta de frisar. “A gente estava com uma dificuldade muito séria de conseguir administrar fluxo de caixa. Por quê? Porque começou a ter mais cartão que dinheiro e cartão só recebemos depois de 30 dias e a gente não tinha dinheiro para girar. Então a primeira coisa teve que ser nessa parte financeira”, conta Thiago.

Com o tempo, Thiago pôde ir implementando mais algumas coisas. “Meu pai sempre me deu carta branca, mas ele teve a resistência dele. Expôs o lado dele. E eu pondero. A relação hierárquica de pai para filho ainda é muito forte”, argumenta Thiago. Mas ele não tem do que reclamar. Afinal, sabe muito bem que a hierarquia do seu pai para com seu avô exercia uma influência muito forte nas tomadas de decisão de José Rodrigues. “Eu e meu pai temos uma relação de amizade muito boa.”

O clima não poderia ser melhor. Thiago vive intensamente o restaurante. “O Ao Chopp do Gonzaga é minha vida. É amor: não no sentido físico de ser só materialista. Isso aqui não é só um restaurante, o Chopp do Gonzaga é uma ideia! É amor, é paixão. É minha vida, que é entrelaçado com meu trabalho, que é entrelaçado com minha família, então não tem como separar isso”, orgulha-se.

No entanto, esse amor pela ideia do Ao Chopp do Gonzaga — um restaurante que não larga o conceito do balcão — não fez com que Thiago não pensasse em expandi-lo. E quando isso aconteceu, em 2009 com o aluguel do imóvel ao lado, segundo suas próprias palavras, foi opressor. “No dia da inauguração do nosso novo espaço, com mesas, como restaurante, eu olhei a casa toda acesa, garçom preparando mesa… eu fui para o meio fio ali da frente, sentei, olhei aquilo tudo e a primeira coisa que eu pensei foi: Onde eu fui me meter? Estou arriscando quase 50 anos, jogando 50 anos para o ar para ver o que acontece!”, relembra. “Claro que é tudo pensado, pesquisado, mas não adianta falar pra você que é 100% de certeza de dar certo, porque nunca é”, completa.

Hoje mais calmo com o movimento do restaurante, Thiago sabe que esse passo foi importante para o restaurante. “Em termos administrativos, você abrir a segunda casa é o passo mais difícil na sua vida. Porque você pega 100% dos recursos da sua empresa e emprega numa segunda casa. Quando você está abrindo uma terceira casa, você não pega 100%, você pega metade dos recursos de uma e metade de outra. Se você abre uma quarta, você pega 33% de cada. Você vai diminuindo o risco de cada casa, toda vez que você expande. Então, a segunda casa é a que vai ditar o seu sucesso ou seu fracasso. Aqui não foi uma abertura, foi uma expansão; que pra mim foi o mesmo sentimento. Foi assustador.”

E a segunda e terceira casa já faz parte dos planos do administrador, um homem cheio de ideias que teve de adaptar sua cabeça de publicitário para a de empresário. “E não é fácil, eu trabalhava com o abstrato, aqui você tem que ficar no lógico, físico total. Basicamente a diferença é essa.”

A importância do irmão

Com as novas tecnologias, os clientes, atualmente, são mais perigosos na visão do empresário. “Antes você ficava preocupado com o crítico jornalista porque ele sabia demais e hoje todo mundo é crítico. Todo mundo escreve, todo mundo fala. Se teve um problema no serviço ou um acidente acontece, o cara bate uma foto pelo celular, manda para o facebook, para o foursquare, fala mal de você e, em minutos, 50 mil pessoas sabem o que está acontecendo”, explica Thiago, completando que hoje todos são potenciais críticos ou aliados. E o que fazer? “Vamos trabalhar para ele ser nosso aliado. Aconteceu algum problema? Resolve. Fazemos o que chamamos de recuperação de serviço. O cliente não pode sair daqui com a experiência de que ele não comeu bem; que ele não ficou satisfeito”, afirma.

E é nesse tipo de situação que entra Vinícius Rodrigues. “Quando algum cliente vem reclamar ou falar um elogio, geralmente sou eu que ouço, porque tenho mais facilidade para lidar com o cliente. Mais paciência”, reconhece Vinícius. E Thiago realmente prefere que esse trato com o cliente seja feito pelo irmão: “Ele é ótimo nisso e eu não sou. Eu acredito que ele tem muitas vantagens sobre mim que ele mesmo desconhece. Ele é comercial”, afirma.

Segundo Thiago, a ajuda do irmão é indispensável. “Meu irmão tem que ser meu braço direito. Quando eu não estiver lá, ele está e eu estou tranqüilo.” E Vinícius sabe de sua importância dentro do Ao Chopp do Gonzaga. “Nem me meto muito na parte administrativa. Confio muito no meu irmão. Ele trabalha com a cabeça e eu no trato com as pessoas”, completa.

É claro que alguns atritos sempre acontecem por conta da proximidade. “Antes meu pai me mandava fazer um monte de coisa; hoje, eu peço para ele tirar algumas coisas das minhas costas. E às vezes tem um arranca rabo, que é natural. Uma vez ou outra eu gritei com meu pai aqui dentro, acho que umas duas vezes. Saí falando besteira, por causa de discordância, mas assim: não deu dois minutos, ainda de cabeça quente, eu ajoelho diante dele e falo ‘pelo amor de deus, eu estava fora do meu lugar, me desculpa’. O sistema de hierarquia aqui é muito forte. A família são as minhas duas pernas”, afirma Thiago.

E ele sente orgulho de falar isso porque vê a família hoje como uma instituição quebrada. Thiago ainda não tem filhos. Se tiver, quer ter apenas um. “Filho é uma responsabilidade grande para o resto da vida. Você tem que educar, tem que amar. E ninguém enxerga isso. Filho é indústria no Brasil. Eu sou retrógrado, pode falar que eu sou cabeça dura, mas eu gosto da família de antigamente, que tinha uma hierarquia que funcionava. E hoje não”, finaliza.

Ademais, a geração atual ainda tem um longo tempo de trabalho. Assim como as receitas gastronômicas certas para o sucesso (o molho especial de cebola, as carnes e o chopp), o restaurante encontrou a fórmula perfeita na parte administrativa: bons funcionários (que tem muito tempo de casa), a ajuda de José nas compras, Vinícius na parte operacional e Thiago na financeira.

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Laticínio Marcelo – Um paraíso de sabores (Diagramação 32 Laticinio 34 Laticinio

Conheça a história de uma das mais sólidas casas de importados de Santos: o Laticínio Marcelo, uma empresa familiar que sempre investiu em inovação para conquistar novos clientes

São 27 anos de história, mas a robustez do Laticínio Marcelo está sustentada sobre um pilar de base bem forte: a família. Hoje com status de empório, o espaço vem se desenvolvendo graças a visão empreendedora do proprietário Marcelo Gil Figueira e de sua família: do pai Manuel, da mãe Deolinda, da esposa Rosana e da irmã Maria Inês. “A criação do Laticínio Marcelo surgiu de uma sociedade entre eu e meus pais. Nós sempre tivemos comércio na feira: eu tinha com minhas irmãs uma barraca de roupas e meu pai uma no ramo de laticínios. E montamos uma loja com 12 metros quadrados no Super Centro Boqueirão em 1986”, relembra.

Na época com 18 anos, Marcelo conta que a aposta dos pais em criar uma sociedade com ele se deveu a toda dedicação que o jovem demonstrou desde a época da feira. O nome Laticínio Marcelo, na verdade, foi a terceira opção dada pelos donos. “A contabilidade pediu três nomes. Sugerimos Laticínio Gil, Laticínio Boqueirão e Laticínio Marcelo. Os dois primeiros já tinham sido usados”, relembra. “Então, tudo foi focado no meu nome, mas meus pais sempre estiveram por trás.”

Mesmo hoje sua loja não sendo só um laticínio, Marcelo argumenta que não há necessidade da mudança do nome, uma vez que os clientes já estão bem familiarizados com a casa e sabem que é uma casa de importados que desenvolve um trabalho interessante na área de enogastronomia. E essa foi uma característica que sempre fez com que a empresa familiar se mantivesse estruturada (nesses 23 anos dentro do Super Centro Boqueirão e quatro anos na Lobo Viana, além dos 17 anos da KM52 do Shopping Parque Balneário): a inovação. Segundo o proprietário, desde 1986 a empresa precisou disso para se diferenciar. “De 1986 a 1990, os comércios estavam formigando em laticínios. Em cada esquina, abria uma portinha para venda de queijo. E a maioria delas não se firmou. Porque não inovaram. Olhamos, ficamos antenados no mercado, adaptamos vinhos, bebidas, importados e um leque de variedades. Nisso, criou-se uma personalidade”, argumenta.

Falando em variedade, vamos aos números expressivos da casa. São mais de 1500 rótulos de vinhos, fora champanhe, fortificantes e destilados. “Com o crescimento atual da casa, eu não sei o que aumentou, mas acredito que possa ter crescido de 15 a 20%. Mas eu preferia ficar falando em 1500 rótulos”. Já na parte de comestíveis, a variedade é de mais de três mil itens, alguns deles introduzidos no mercado santista pelo empório: alho negro, frutos mexicanos, tailandeses e libaneses. “A tradicional gastronomia portuguesa a gente já tem, e a globalização faz com que a gente crie variedades com nacionalidades diferentes. A culinária se enriqueceu muito, as especiarias cresceram demais. Nem tudo dá sucesso. E às vezes a gente se frustra por querer colocar o produto no mercado e não ter continuidade”, conta. E pontua: “Se somado tudo, acho que passaria dos cinco mil itens em variedades. E esse é um número grandioso. E você tem que alimentar essa engrenagem. Eu nunca consegui aumentar grandiosamente a minha loja porque eu precisaria de reforço e sustentação de estoque e armazenamento. Não adianta vender um vinho e depois não ter mais. Eu prezo por esse lado porque sempre procurei dar estrutura à minha casa. E a pessoa quer retirar o produto na loja: amanhã é outro dia, então tem que ter na hora”, explica.

Apesar disso, a casa passou recentemente por uma reestilização e ganhou novos espaços. “Hoje eu estou fazendo uma casa para perpetuar pelo menos mais 27 anos. Todo o investimento que estamos fazendo nesses últimos 10 anos é com vista a fazer o mercado engrenar”, argumenta.

Com grande conhecimento em vinhos, Marcelo faz vários cursos, participa de eventos e degustações para se atualizar. E isso ajudou no crescimento da loja, já que de acordo com ele, a venda casada é o carro chefe da loja: “Quem vem buscar um queijo, um bacalhau, já acaba harmonizando a bebida. Tanto a alimentação quanto a parte de bebidas correspondem a 50% cada”. É até comum observar os clientes pedindo ajuda para Marcelo quando querem harmonizar o vinho e ele muito disposto, parecendo ter a resposta certa para os questionamentos.

E isso se reflete no atendimento dos funcionários também. “Nossos funcionários estão aqui para atender, não para te encher. Porque eles vêem como fazemos e fazem igual. Nossas casas tem uma sintonia”, explica, ao mesmo tempo em que agradece a recente colaboração da irmã, que, segundo ele, veio contribuir na parte social da empresa e somar trabalho, com energia nova, gás novo.

Acausa Wine

Marcelo participou esse ano pela terceira vez seguida do evento Acausa Wine, feira de vinho que tem toda a renda destinada a Associação Comunitária de Auxílio Santista ao Portador do HIV/Aids (ACAUSA). “Gastamos só em vinho 40 mil e Acausa teve uma renda de 28 mil de renda 100% em uma noite nesse ano. Participamos com 122 rótulos, cada rótulo em média de 4 garrafas”, conta. “A parte social quando é implantada no marketing é  muito positiva. Além de você fazer o bem, que já é bom por si só, as pessoas te respeitam porque sabem que você não vê só o lado comercial e financeiro da coisa. E você trabalha as ações que favorecem a sociedade como um todo. E isso pra mim é um ponto que me deixa muito gratificado” afirma.

Futuro

Sobre projetos futuros, Marcelo prevê a criação de um salão para a área de eventos dentro do Laticínio Marcelo. “A gente já criou um espaço para a área de eventos, voltada para 30 pessoas em média. Meu cliente quer esse amparo na área de serviço. Deve estar finalizado não sei se para esse ano ou para o próximo”.

Já quando o assunto é a sucessão familiar, Marcelo diz criar esperança de que os filhos dêem continuidade em seu trabalho. “A gente sempre espera que alguém possa continuar. Mas eu sou realista. O mundo hoje volta muito… quantos impérios se criam e se derrubam? Eu acho que se eles quiserem continuar, eu vou deixando meu legado para eles” explica e se emociona ao falar do modo como os filhos o reconhecem como pai: “Eles olham, me vêem trabalhar e me reconhecem muito como pai e isso me emociona demais. Querer passar o bastão é muito difícil, porque não adianta querer forçar a pessoa”, analisa.

Se os filhos quiserem assumir, Marcelo sabe a tática certa para que eles se interessem pela loja: apostar nos filhos da mesma forma que Manuel e Deolinda apostaram nele. “Não vou tratá-los como empregados, como pessoas comuns. Meus pais quando me convidaram para trabalhar, me convidaram como sócios e não como empregados, porque isso desvaloriza muito o trabalho da pessoa. Se eu tive a possibilidade de ganhar dinheiro, é porque meus pais acreditaram em mim. Repartindo parte do lucro deles comigo fez com que eu crescesse e me interessasse na engrenagem. Porque se você trabalhar que nem um dono e receber salário de funcionário você acaba sendo desacreditado, você perde o estímulo, o interesse. Minha mãe me ensinou também a investir meu dinheiro. Ela me mostrava onde investir, investia junto comigo. Então não assustava quando eu ganhava meu salário, minha partilha social. O grande mérito disso tudo foi a visão dos meus pais quando acreditaram no nosso trabalho em família”, finaliza.

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