Public LifeStyle, edição 5

LifeStyle5Pauta, entrevistas, matérias e diagramação para a edição 5 abaixo.

Capa – Alexandre Dias Pires – Sucesso é permanecer – (Diagramação  36 37 Capa 38 39 Capa 40 Capa)

O proprietário da Wise Up na região trilhou um caminho de sucesso, pois permaneceu fiel ao que acreditava. No placar da vida, passou da desvantagem à vantagem batalhando ponto a ponto. Confira a emocionante história de vida de Alexandre Dias Pires.

Não é a toa que Alexandre Dias Pires, proprietário de três escolas de idiomas Wise Up e quatro You Move da região, pratica tênis e adora jogar xadrez. A estratégia, a inteligência e, principalmente, a competitividade definem tanto o esporte quanto a atividade. E sendo o empresário completamente competitivo e cheio de estratégias, fica mais fácil entender a trajetória de sucesso que levou esse ambicioso homem de vendas partir do cargo de gerente comercial de uma escola de idiomas para o status de empresário, com sete franquias do Ometz Group, holding da qual a Wise Up está inserida.

Alexandre Pires moveu muito bem suas peças dentro do tabuleiro da Wise Up. Mas antes de iniciar na rede, ele passou por diversos ramos. “Eu comecei a trabalhar quando tinha 15 anos, em uma lanchonete chamada Sumatra ali no Gonzaga. Fui caixa, chapeiro, um monte de coisa. Depois vendi filtros de porta em porta, fui corretor de telefone até que eu atendi um anúncio de jornal para vender curso de inglês”, conta. Essa escola ainda não era a Wise Up, mas foi nela que Alexandre conheceu sua mulher, Elizabeth Pires. “Ela participou do processo seletivo que eu dei para selecionar trainees comerciais dentro do negócio do inglês. Eu costumo dizer que eu tive que botar um anúncio no jornal para achar minha mulher”, lembra, rindo. Hoje, ela é seu braço direito e responsável por tudo que acontece com o aluno depois que ele é matriculado nas escolas. “Ela é a low profile da dupla, não gosta de aparecer.”

Apesar da união proporcionada pela empresa, Alexandre explica que essa escola tinha uma estratégia comercial muito interessante, mas um curso que não acompanhava o nível da proposta. “E quando você trabalha em uma área comercial nem sempre você percebe isso”, diz. Quando se deu conta, tentou sair, mas enfrentou algumas dificuldades, como o falecimento do pai e o nascimento da primeira filha. Teve de esperar um pouco, até que surgiu uma oportunidade na Wise Up. “Eu conheci o presidente da rede, o Flávio Augusto, e ele me deu uma intimada para ver se eu estava realmente a fim de trabalhar mesmo. Ele me disse que tinha uma vaga de gerente comercial em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. E eu fui.” Ficou seis meses lá e, por competência, foi transferido para uma das duas unidades de São Paulo capital na época (a da Avenida Paulista), antes do verão quase infernal da cidade do centro-oeste. “O presidente me fez a proposta de ir para a Paulista e, dependendo da minha performance, ele abriria uma escola em Santos para eu gerenciar”, conta.

Mas o improvável aconteceu e Alexandre se apaixonou por São Paulo, fixando residência lá. “Fiquei três anos lá e por pouco não abri uma franquia em Santana.” Na época, estava começando o boom de franquias em São Paulo e em uma conversa com o presidente surgiu uma possibilidade interessante de ir para o norte da capital, na região de Santana. Mas não foi dessa vez que ele conseguiu abrir sua franquia e ele ficou bravo. “Com isso, aprendi que a gente deve tomar decisões de grande porte em nossa vida quando está tudo dando muito certo. Se deu alguma coisa errada, você tem que refletir porque está dando algo errado aqui”, opina, e completa: “Às vezes a gente recebe um sinal ou outro e não percebe. Forçar uma situação é quase certeza de que alguma coisa vai dar errado. E naquela época, estava forçando porque desde que conheci o mercado de idiomas, quis ter uma escola de língua inglesa”.

Essa foi uma fase difícil na vida de Alexandre. Lidar com a frustração de estar tão perto do sonho, quase um checkmate (como se diz no xadrez) ou um match point (como se diz no tênis), e não conseguir aproveitar foi complicado, de acordo com o empresário. “Na verdade, o que estava sendo dito para mim é que eu precisava ter calma, que não era ali. A gente não consegue prever isso”. Na época, a difícil missão de convencê-lo de que “não era o momento” foi do presidente do grupo, o Flávio. “E para me fazer aceitar isso? Sou um cara que dificilmente aceita o ‘não’ como resposta. Na época, não tinha nenhuma maturidade. Isso aconteceu em 2001, eu tinha 30 anos. E acredito nisto: o sujeito que quer ser diferente na sociedade, que não quer ter de fato uma vida mediana, precisa se acertar até mais ou menos 30 anos de idade, ter um trilho até essa idade. Daí para frente não é que ele não consiga, mas é muito mais difícil.” E mais uma vez, Alexandre teve paciência para jogar o jogo um pouco mais.

E ainda em 2001, um ano profícuo e de muita transformação na vida de Alexandre, o empresário foi convidado a trabalhar no Rio de Janeiro diretamente com o presidente da empresa. “Fui almoçar com o Flávio e nunca me esqueço. Ele perguntou: ‘E aí, confia em mim?’ Eu respondi que sim. ‘Então você vai vir para o Rio’. E eu fui. Sem nem saber qual era o projeto. Porque eu sabia que a liderança do Flávio era uma coisa muito clara.” Isso foi em setembro. Em novembro, mais precisamente no dia 2, Alexandre estava em uma convenção no Hotel do Frade, em Angra dos Reis, quando uma das gerentes da Wise Up o avisou que o presidente queria falar com ele. “O Flávio perguntou: ‘Você quer comprar Santos? Eu sei que você não tem dinheiro para comprar, eu estou perguntando se você quer comprar’. Eu disse que sim. Então, ele me mandou ir dormir, porque a filial já era minha e ele só ia ver um jeito de viabilizar”, recorda.

E, de fato, o presidente conseguiu uma jogada de mestre: em seis meses no mercado, a filial de Santos estava com uma série de dificuldades por falta de uma gerência comercial forte. O ex-proprietário morava em São Paulo e descia todos os dias para a cidade. “Como a coisa não andava, ele disse para o Flávio que queria vender. O Flávio respondeu que tinha um comprador que era louco para ter uma escola, mas só não tinha dinheiro. ‘Como assim: compra e não tem dinheiro?’, o dono questionou na época. E o Flávio conseguiu convencê-lo de que ele não venderia tão fácil uma escola que estava dando prejuízo e que era melhor ele facilitar vendendo para mim. O presidente ainda o ajudou a abrir uma escola em Moema, porque na época tinha poucas escolas em São Paulo e o ex-proprietário da Wise Up Santos continuou com as escolas da rede”. Hoje, o ex-dono da franquia de Santos tem 18 escolas. O presidente soube mexer as peças e “foi bom para todo mundo”, segundo Alexandre.

Tem até uma história interessante envolvida no esquema. “Quando eu estava na outra escola, formei um gerente comercial e no primeiro processo seletivo que ele deu para começar a montar uma equipe, contratou uma moça. Essa moça ligou para um empresário e o matriculou. Ele não concluiu o curso, mas achou a idéia para matricular, a estratégia, que até hoje a gente usa, inteligente. Alguns anos depois, ele pensou em ter uma escola de inglês. Montou com uma marca, mudou para Wise Up, conversou com o Flávio e vendeu para mim. Ou seja, eu treinei um gerente, que contratou uma consultora, que matriculou um empresário, que veio a ser o dono da franquia em Santos e depois vendeu para mim”, esquematiza. Longe de considerar isso algum artifício do destino ou algo sobrenatural, ele explica: “Em minha opinião, sucesso é permanecer. Eu poderia ter desviado do foco, saído, ter buscado outro negócio e eu jamais teria a oportunidade de colher aquilo que eu brotei. As pessoas desistem muito fácil e rápido das coisas que começam. Eu persisti enfrentando um monte de situações”, afirma.

E as dificuldades não pararam quando ele assumiu o controle da escola. De acordo com o empresário, os dois primeiros anos foram muito difíceis e ele precisou fazer ‘peripécias’ para pagar décimo terceiro. “Eu cheguei a andar a pé, perder meu carro. Passei por algumas situações complicadas no começo, mas a crença de que o negócio ia virar era muito grande. Apenas em 2003, eu comecei a estabilizar as coisas. A partir de 2004, eu comecei a engrenar e a escola começou a ganhar um novo corpo. Adquiri a sede ao lado e expandi a unidade, que na época era em outro número aqui mesmo Tolentino [Filgueiras, rua onde se encontra a Wise Up do Gonzaga]. Em 2005, a escola começou realmente a dar lucro e prosperar.”

Com o equilíbrio financeiro, o empresário nem pensava ainda em expandir. Porém, uma situação próxima do perigo fez com que Alexandre revisse alguns de seus conceitos. “Em 2007, aconteceu um fato marcante. Por 20 minutos, eu não peguei o avião que se espatifou na garagem da TAM no dia 17 de julho de 2007. Por um engano, minha secretária me botou em um vôo com escala para Curitiba. Quando escolhi, eu não vi que tinha escala. Se tivesse visto, pegaria o vôo posterior, que era o da TAM. Isso mexeu comigo”. Ele conta que a proximidade de uma situação fatal o fez repensar todos os projetos, objetivos e tudo aquilo que queria fazer. “Aí no final de 2007, tinha resolvido que ia começar a brincar para valer nesse negócio de expandir”. E ele começou a jogar o jogo da expansão e comprou outra marca do grupo Ometz em Santos, na Ponta da Praia. “Mudei meu carro, fiz uma ampliação top nessa unidade em 2008. Para se ter uma noção, eu trouxe o presidente da empresa aqui e raramente ele vem para uma inauguração de escola”.

A partir de 2009, Alexandre abriu duas You Move: uma no Gonzaga e uma em São Vicente. “Em 2011, abdiquei do projeto de abrir várias You Move para abrir a Wise Up na Ponta da Praia”. No mesmo ano, abriu em São Vicente. E por que abriu em São Vicente? “Quando abri a unidade da Ponta da Praia, o presidente me concedeu mídia 100% em uma rede de televisão. Ele pagava a mídia por eu ter aberto e ter prometido abrir uma terceira. Ia abrir uma terceira no Orquidário. E como eu tinha mídia de graça, dois investidores queriam abrir em São Vicente”, conta. “Depois que eu roí o osso todo? Não! Então em vez da unidade do Orquidário, abri em São Vicente. E a do Orquidário vai ser a futura franquia em Praia Grande, que nós temos pretensão de abrir ano que vem. A You Move abriu mais duas em 2012: uma na Ponta da Praia e uma na Praia Grande”.

No total, as sete escolas somam 70 colaboradores e 1.500 alunos. Um número vigoroso, mas Alexandre quer mais: “Eu nem prevejo que as coisas estão resolvidas. Eu acredito que você não pode sentar em cima do sucesso nunca.”

Não obstante, ele encara todos esses desafios de forma muito natural. De acordo com ele, estar à frente dessas escolas, pensar em expandir, tudo isso faz parte da missão que escolheu para sua vida. “Gosto de dizer que a mãe ou o pai de todos os sentimentos é a gratidão. Como consigo mensurar a gratidão que tenho pelo Flávio de me inserir num mundo de franquias como ele inseriu? Como ser grato a ele por isso? Já perguntei e ele me responde: ‘faz o mesmo para o outro’. E cada vez que abro uma escola, crio a oportunidade de um professor se tornar um coordenador; a oportunidade de um operacional se tornar um gerente operacional; de um comercial se tornar um gerente comercial. Ao fazer isso, eu estou continuando o trabalho do Flávio, de investir em pessoas. E eu acho que isso é o grande segredo”, esclarece. “Às vezes, abrir uma escola é um risco, você sofre um prejuízo no começo, mas a satisfação de dar a oportunidade de uma pessoa acreditar que ela pode crescer é algo muito gratificante”. Para orientar cada coordenador das sete escolas, foi criada uma figura que é o coordenador de ensino célula. “Esse cara não existiria se eu não tivesse feito esse projeto. E é a segunda pessoa na vaga, porque a primeira que formamos foi chamada pela matriz do Ometz Group. Foi professor nosso e hoje é um dos coordenadores regionais do estado”. O investimento em pessoas é, de fato, o foco da rede.

Líder

“Acredito em liderança por exemplo. De eu mostrar como faz se a pessoa não está conseguindo. E vou e faço”, comenta. Segundo ele, o diferencial da Wise Up é em cada unidade, todos refletem a característica de Flávio de investir em pessoas. “O maior patrimônio de uma empresa são as pessoas.” Alexandre revela com louvor que um de seus modelos de liderança é o presidente do grupo. “Ele para mim é um líder pleno: exemplo como pai, profissional e amigo. Ele acredita que não é só ele que tem que ganhar. E para você ter várias empresas, escolas, você precisa de pessoas que estejam junto com você para tocar esse barco.”

É por essas e outras que o empresário santista se vê tão ligado a Wise Up. “É muito difícil desassociar. Temos muita coisa em comum. Eu me apaixonei desde que conheci os princípios que a Wise Up tem de que qualquer pessoa pode ter sucesso, de que não existe nada sem trabalho, sem persistência e de que, na opinião da Wise Up, visão é maior que poder. Não adianta o cara ter poder se ele não enxerga”. Esses são os princípios que aprendeu com a escola e que, hoje, fazem parte de sua filosofia. Mas o que mais tem em comum com a marca está na própria expressão: “Se a gente for traduzir Wise Up de uma maneira livre, ela seria algo como ‘Se liga!’, ‘Acorda!’ ou ‘Time to study English!’ É meio como uma palavra imperativa, e eu gosto muito disso. E acho que isso tem a ver comigo”, explica. E tem mesmo. Perguntei ao empresário se ele se considera uma pessoa realizada. “A realização tem vários campos. Como pai e esposo, estou realizado. Profissionalmente, me sinto realizado, mas não conformado. É um pouco diferente. Consegui construir algumas coisas, mas tem tanta para fazer ainda. Não tenho nada contra quem tem uma unidade no grupo e está satisfeito com isso e acabou. Mas quero mais.”

Para ilustrar, ele fala de uma passagem interessante: “Sou tenista amador. Gosto muito de jogar tênis. Uma vez, peguei meu professor e falei: ‘eu te pago para você me cobrar, cara. Se os caras não querem que você fique na orelha deles, problema deles. Eu estou sacando errado e você não falou nada’. Porque eu pago para me divertir, mas sou competitivo. Como vou errar e o professor não vai chamar atenção? Hoje, tenho um saque chato de canhoto, e por quê? Porque o professor passou a me cobrar”.

Apesar da vida corrida, a ponto de viver intensamente 52 semanas por ano (já que as projeções comerciais são feitas semanalmente e não mensalmente), ele administra bem seu tempo para aproveitar a vida. “Curto música, adoro rock and roll. Tive o privilégio de ir a diversos shows de rock. Gosto muito de viajar, conhecer lugares. Gosto de jogar tênis, xadrez. São coisas que eu gosto de fazer.”

E será que sobra tempo para tudo isso? “Eu acho que tempo é uma questão de qualidade de tempo. Uma pessoa pode estar com seu filho e estar vendo novela, não dar atenção a ele e sim a novela. E depois diz que não tem tempo. Eu não assisto novelas. O tempo que eu tenho tem que ser de qualidade. O momento que estou com meu filhos tem que ser uma coisa que eles não esqueçam, tem que ser uma aventura para eles.”

E ele administra bem essas aventuras. Aliás, a Wise Up só é uma das partes do sucesso da vida bem administrada por Alexandre. Jogando atrás no placar durante muitos anos, dessa vez ele tem a vantagem. Checkmate.

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Mulher Polvo – Os braços de uma guerreira (Diagramação 12 13 Mulher Polvo 14 15 Mulher Polvo)

Mãezona, empresária competente e muito ligada à família, Vivian Brum Cantarelli é uma verdadeira guerreira, cheia de parceiros dispostos a ajudar a cada novo projeto que ela ambiciona. Descubra mais sobre o sucesso de Vivian em todos os campos de sua vida.

As lágrimas caem quando fala do filho. Vivian Brum Cantarelli, proprietária do China in Box (unidades Santos e São Vicente) demonstra ser aquela mãe rara, apegada, que gosta de abraçar, de estar junto, de fazer parte de muitos (todos?) momentos da vida do Gabriel, seu filho de 12 anos. A empresária tem a consciência de que cada período com ele é especial por si só, mas gostaria de dispor de mais tempo para ficar com o filho. “Sempre fui e sou mãezona. Assim, de colocar embaixo da asa mesmo. Mas eu sinto que sou uma mãe ausente. Por mim eu colocaria uma mesinha no escritório para ele ficar comigo aqui, sabe?”, comenta ela, ainda com os olhos lacrimejando.

Para dar conta de trabalhar, ser mãe, mulher e visitar a família, Vivian conta com a ajuda de pessoas que ela considera como parceiros. “Para ser mulher polvo, você precisa de muitos braços, que são as pessoas que vão te ajudando. Estou no China, abri a segunda unidade. Estou em Santos, mas minha família toda é de São Paulo e eu só estou aqui porque eu formei parceiros. Meu marido, minha mãe, meus funcionários, as pessoas que trabalham comigo cuidando do meu filho, todos esses são meus braços. Com ajuda, dá para fazer tudo. Sozinha, sei que não conseguiria”, confessa, percebendo que o valor de uma pessoa dinâmica não está na quantidade de coisas que ela pode fazer, muitas vezes ao mesmo tempo. Está, contudo, na qualidade e quantidade de ajuda que ela consegue para dar conta de fazer tudo. E é aí que surge a guerreira e super organizada Vivian.

Menina arteira, que aproveitou a infância de maneira livre, sem pensar nas responsabilidades do futuro, Vivian carrega consigo o brilho nos olhos de quem está sempre atrás de um novo projeto, exatamente como uma criança na busca de uma nova brincadeira. “Eu não vivia pensando no que viria a ser. Eu pensava que naquela hora eu ia descer para brincar e às 22 horas eu tinha que estar em casa. Eu aproveitei muito a minha infância”, lembra ela, que viveu em um condomínio em São Paulo. “Tinha tudo lá dentro: playground, piscina, quadra. De manhã tava todo mundo na piscina, de noite na quadra para brincar de pega-pega, de queimada. Eu vivi muito isso, embora morasse em São Paulo”, completa. Aos 17 anos, quando estava próxima de realizar o sonho de fazer Pedagogia, para no futuro lidar com crianças, seu pai faleceu. “Financeiramente foi ele que me bancou. Aí eu não fiz faculdade. Mas eu queria ser pedagoga. Tem dias que eu penso ‘ai, podia estar na escolinha agora…’”, conta sorrindo.

Apesar da pouca experiência de vida, Vivian não se fez de rogada quando ganhou um dos maiores presentes (e, sem dúvida, a maior responsabilidade) de sua vida: seu filho. Ela trabalhava como modelo fotográfica antes do nascimento do filho. “Eu vivia em agência, indo para eventos, feiras, participando de stands”, conta ela, que na época tinha 20 anos. “Quando engravidei, eu tinha fechado época de inverno em Campos do Jordão, o mês inteiro. Ia ganhar muito dinheiro e ainda curtir Campos do Jordão. Aí fiz o teste e passei. E no dia seguinte, percebi que estava acontecendo alguma coisa comigo. Quando vi, eu estava grávida. Aí foi aquele boom na cabeça e minha vida mudou. É uma responsabilidade que me foi dada. Sempre fui louca por criança. E sempre quis ter filho, meu sonho de criança era ser mãe”, relembra. “Mas para mim, foi tudo muito novo. Porque um pouco antes dele nascer, fui morar com o pai dele. Então assim: eu tinha tudo na minha casa, não precisava cozinhar, passar, lavar um prato… e fui educada assim. De repente, cheguei na minha casa e tinha que arrumar a cama, fazer a comida, esperar o marido chegar… eu falei ‘não, quero trabalhar’”.

Os pais de seu ex-marido tinham o China In Box, que há 13 anos não era tão conhecido quanto se tornou atualmente. “Eu também nem sabia o que era. Para mim era um restaurante e só. E eles começaram a trabalhar com outro restaurante e foi onde eu entrei no China. Isso foi quando o Gabriel estava com um ano. Doze anos atrás. E eu me apaixonei, me identifiquei, me encontrei”, confessa. Quando veio para Santos, abriu a franquia da marca e aos poucos foi formando sua vida aqui. Fez faculdade e experimentou um dos momentos mais corridos e difíceis de sua vida. “Fiz Administração, Gestão Empresarial. Comecei a fazer na teoria algo que eu fazia na prática. Então casou bem. Mas eu estava surtando. Também nessa época eu estava abrindo o China aqui na Tolentino, então foi difícil conciliar”.

Só que com a ajuda do atual marido, Rodrigo Dias Vieira, proprietário do Brasil Bartender, e da mãe, que mudou para Santos para apoiar a filha única, tudo deu certo. Aliás, os dois foram, juntamente com o filho, as pessoas que Vivian mais citou quando quis se referir aos cúmplices e parceiros. “O Rodrigo passou por todos os processos mais significantes da minha vida, de tudo aquilo que eu vim projetando lá de trás, de São Paulo para Santos, foi um projeto, uma escolha, deixei muitos amigos… e deixei tudo isso para viver o lado da empresa. E quando o conheci, ele pegou muitos momentos significantes. Quando abri esse China, ele foi essencial para mim. Ele tem o negócio dele, mas realmente veio para ajudar. É uma pessoa que anda do meu lado. Um sempre acompanhando o outro. Isso é raro e muito bacana”, comenta.

E sobre a mãe: “Ela tem até um excesso de zelo. Aos 17 anos quando meu pai faleceu foi um baque para ela por ter que me educar só. E depois de um ano que eu vim para Santos, ela vinha nos finais de semana e achava uma tortura ter que subir e eu ia para lá e achava uma tortura ter que descer. Aí, ela veio morar aqui; veio para cuidar do meu filho enquanto eu estudava, uma verdadeira parceira.”

Com a segunda unidade em São Vicente, mais um projeto se realizou. Mas isso não é suficiente para Vivian. Sedenta por desafios, ela gosta de se dedicar inteiramente a cada um deles. “Quando estou em um projeto, parece que eu tenho que dar um tempo em algumas coisas e vivenciar aquilo de cabeça. Não que eu pare de fazer os outros. Mas diminuo um pouco a rotação daquelas e foco em uma só”, afirma.

Vivian se sente realizada com o que conquistou. A empresária ama viajar e considera essa a maior compensação do trabalho. “O que mais gosto de fazer é viajar, nem que seja para São Paulo. Amo arrumar mala. Viajar começa ali. Na verdade, a viagem é o que você faz antes e o que ela te traz depois. Meu lazer é viajar com a família, com o Rodrigo”, conta. Além disso, ela considera a leitura algo muito importante. “Meu hobby é ler. Amo ler, assino revistas e mais revistas e adoro um bom livro”, completa.

Apesar de não saber lidar com perdas e odiar as injustiças da vida, ela é categórica: “Eu amo a minha vida como ela é”. Com os olhos ainda em lágrimas, Vivian agradeceu a entrevista porque parou um momento para refletir sobre sua vida, um exercício bom, segundo ela. Ao final, nos confidenciou que apesar de ter vários braços, ela queria mesmo era ser várias Vivian e poder ter todos os sentimentos e vivenciá-los por inteiro, aproveitando cada momento com o filho (“minha fortaleza”), com o marido (“meu maior parceiro”), com a mãe (“meu apoio”) e com todas as outras experiências que só quem está disposto — como Vivian — pode viver.

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Decoração – Vista sua parede (Diagramação 26 Design)

Se você está em dúvida se deve ou não vestir sua parede com um quadro que ganhou, não hesite: use. Complementando a decoração, as obras de arte deixam o visual da sua casa mais bonito e sofisticado. Confira uma pequena entrevista com nosso consultor em decoração, Marcelo Couto.

Public LifeStyle — Qual o peso que um quadro tem na decoração?

Marcelo Couto — Grande, pois ele completa a decoração, vestindo as paredes.

Por que usar quadro?

O quadro valoriza o ambiente todo. Nem que seja em apenas uma parede, em qualquer ambiente.

Quando usar?

Sempre. Não importa o estilo da casa da cliente. No moderno, hoje, a foto é muito valorizada. Para o clássico, as pinturas a óleo somam este valor.

Existe parede certa para colocar quadro? Usá-lo na decoração exige regra?

Não existem regras nem paredes exatas para a colocação de um quadro ou vários quadros. Inclusive trazemos hoje para o moderno, o comtemporâneo, o clássico trazia muito bem. Quem gosta do clássico enchia a parede de obras em várias técnicas (aquarelas, óleo sobre tela, litogravura, óleo sobre madeira, xilogravura). Enfim, o estilo permitia que todas as técnicas fossem misturadas. Hoje, é permitido tudo isso com esculturas pelas paredes somando com outras obras de diferentes técnica e valores.

Qual estilo você prefere: os coloridos ou os mais clássicos?

Eu prefiro todos. Obras não se combinam, obras são obras e únicas. Na casa do cliente, às vezes não gosto dos que ele tem, mas respeito o que ele ganhou ou comprou, pois ele entendeu a proposta do artista e isso é o que importa: você comtemplar a(s) obra(s) que tem.

As pessoas são resistentes à idéia de usar quadros?

Não, qualquer pessoa tem um quadro que ganhou de presente, herdou, ou comprou porque achou bonito. E essa obra caberá em qualquer ambiente, pois em todos podemos usar quadros: living, jantar, quartos, lavabos e até em cozinhas e banheiros.

Ambientes corporativos também podem contar com quadros? Fica bom?

Sim. Hoje os espaços corporativos, ou os comerciais, pedem esse rico detalhe, quer sejam quadros ou fotos, ou qualquer outra peça que irá vestir a parede.

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Delícias comestíveis na shape – (Diagramação 28 Buffet Delisa

Conversamos com Caroline Péri, proprietária do Buffet D’Elisa em Santos para saber um pouco mais sobre sua loja no espaço Shape um ano após o lançamento

Há um ano, quem vai ao centro de estética Shape II pode desfrutar de delícias como massas, lanchinhos, sanduíches e doces e ainda se alimentar muito bem no horário de almoço. É que o Buffet e Rosticceria D’Elisa que antes atendia na rua Tolentino Filgueiras mudou para lá no momento da inauguração do centro estético, mas continua oferecendo o mesmo serviço e atendimento que primam pela excelente qualidade.

Contando com um cardápio bem diversificado, várias são as opções disponíveis para almoços e eventos. Antepastos, patês, sopas e cremes, massas especiais, molhos, carnes, além da parte de doces, que reserva uma infinidade de delícias.

De acordo com a proprietária do Buffet em Santos, Caroline Péri Fernandes, a oportunidade de ir para a Shape surgiu de um convite feito por Graziela Monforte, proprietária da Shape. “E já estamos aqui há um ano”, conta ela, que está sempre por lá gerenciando os serviços.

Carol, como é chamada, relembra que durante esse período algumas mudanças aconteceram, principalmente no que tange ao serviço de bistrô: “Aqui atendemos o mesmo perfil socioeconômico de clientes de antes. A grande diferença é que o fluxo de lanches, salgadinhos e sanduíches teve um aumento gigantesco”, comemora.

Mas ela afirma que o almoço continua forte e as encomendas também. “Até agora tive muito mais ganho, até porque adicionou um novo perfil de cliente, incrementando nos lanches rápidos, que eu não tinha tanto antes.”

Esse sucesso se deve a uma série de diferenciais, segundo Carol. “Primeiro, a qualidade do produto é muito boa. O bom atendimento também faz diferença. Mas para isso funcionar, eu também preciso estar aqui organizando tudo. Então, é um conjunto de fatores”, finaliza.

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DS3 Turbo – Fascinante – (Diagramação 34 35 DS3 Turbo)

Estilo e elegância fazem do Citroën DS3 um carro pronto para seu espírito radical. Aliando conforto e um motor que ronca alto, o DS3 pode ser personalizado à sua maneira! E aí, vai encarar?

O Citroën DS3 foi o veículo escolhido pela marca para inaugurar a linha DS no Brasil. Distintiva, a linha propõe produtos com escolhas mais radicais de estilo, arquitetura, sensações e requinte; uma gama de produtos que simboliza a criatividade e a tecnologia, para cativar alguns clientes que buscam diferenciais até então não explorados pela marca.

O DS3 tem feito grande sucesso nos exigentes mercados europeus, já tendo superado a barreira das 200 mil unidades na Europa e Ásia. Diferenciado e exclusivo, o veículo se caracteriza por apresentar um novo tipo de direção, decididamente moderno, que une dinamismo e controle, com um conjunto mecânico de alto desempenho, que assegura grande prazer ao dirigir.

Além disso, é verdadeiramente premium, com definições e conteúdos voltados para a exclusividade e o requinte. Seu caráter se afirma por meio de criações originais: o teto “flutuante”; as barbatanas de tubarão, que dinamizam a área da coluna B nas laterais; e as luzes diurnas em LEDs, que marcam com modernidade a aparência frontal.

A instrumentação sofisticada (painel com três indicadores cônicos), os comandos de condução próximos do motorista, a posição de direção baixa e os assentos envolventes produzem a atmosfera de “cockpit” de um carro de competição. E materiais cromados ressaltam o dinamismo ambiente, dando-lhe luxo e distinção.

Existem várias personalizações disponíveis para o DS3. Na verdade, cada proprietário pode criá-lo à sua maneira.

Na estrada, o Citroën DS3 se destaca novamente ao aliar o prazer de dirigir ao conforto de utilização no dia a dia. O carro é ágil e oferece altos níveis de controle e segurança. O conforto a bordo é outro ponto de destaque.

Ponto alto do projeto, a motorização THP 165 gera 165 cv a 6.000 RPM e 24,5 Kgfm de torque já a 1.400 RPM. Estes valores são garantia de acelerações e retomadas de velocidade rápidas.

O veículo também se beneficia de um notável trabalho de controle de massas que se apoiou em um novo esquema de desenvolvimento, garantindo alta robustez. Fabricado na França, na unidade de Poissy, ele tira proveito do conjunto das facilidades do sistema de produção PSA e atinge uma qualidade geral exemplar.

O DS3 inova revelando também sua vocação para o conforto: o painel é sobrelevado para privilegiar o espaço para as pernas, enquanto os assentos inteligentes favorecem o espaço de atrás. Todas essas escolhas de concepção permitem que o DS3 possa propor cinco verdadeiros lugares, portas-objetos múltiplos (entre os quais um porta-luvas de 13 litros) e amplo porta-malas modulável, graças a um banco traseiro bi-partido 2/3-1/3. Na configuração habitual, o porta-malas tem 280 litros.

O DS3 também aguça os sentidos. Pela qualidade do sistema de Rádio CD Player MP3 com entrada USB e Bluetooth, pelo exclusivo perfumador de ambiente, pelo conforto térmico e pelo ambiente caloroso criado pela exclusiva iluminação interna.

O logotipo DS é disposto acima da grade, como se fosse uma jóia. A traseira dá ênfase à habitabilidade e à robustez, sem descuidar da esportividade – esta, enfatizada pelo aerofólio com break-light (conjuntos de LEDs) e pela dupla ponteira de escapamento.

A estética do DS3 aparece por meio de múltiplas possibilidades. As opções das cores e a ampla oferta de acessórios propostos asseguram um toque de modernidade e exclusividade. São disponíveis oito opções de cores: três sólidas – Blanc Banquise (branca), Rouge Aden (vermelha) e Jaune Pégase (amarela); além de cinco metalizadas: Noir Obsidien (preta), Gris Aluminium (prata), Gris Shark (cinza), Bleu Belle-île (azul) e Rouge Erythrée (vermelha). Pode-se ainda optar entre quatro cores para os centros das rodas: preta, amarela, vermelha e branca.

Dentro do carro, a faixa do painel, que engloba os aeradores e o acabamento do painel de instrumentos, pode ser personalizada com quatro cores (preta, branca, amarela e vermelha).

Estas mesmas cores também estão disponíveis para a manopla da alavanca de troca de marchas. Com várias possibilidades de personalização, cada DS3 pode se tornar único. Para acentuar ainda mais seu caráter exclusivo, o DS3 inova propondo vários temas de personalização. Adesivos de teto representam modos de vida e tendências. São eles: Plane, Onde, Map, Tribe, e as faixas Natural, French Touch e Furtif. Sem dúvida, são toques de requinte que fazem toda a diferença e prometem cativar alguns clientes que não davam tanta bola para a marca.

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Baladas Argentinas – Buenos Aires a seus pés – (Diagramação 62 63 Baladas MODIFICADO OK)

Nosso repórter foi à Argentina e visitou as melhores e mais disputadas baladas de Buenos Aires. Aproveite a noite em alguns dos lugares mais badalados do mundo

Buenos Aires é um lugar de compras, de vistas paradisíacas, de bosques aromáticos, de arquitetura apaixonante, mas é também uma cidade que reserva uma noite com muita agitação. E não estou falando do tango. As regiões mais badaladas da cidade são: San Telmo, Puerto Madero e principalmente Palermo e Recoleta. Bares e baladas para pessoas de todas as tribos e de diversos gostos musicais fazem o turista brasileiro se sentir em casa.

As baladas portenhas tem vários toques de requinte que atraem pessoas impecavelmente bonitas e bem arrumadas para curtir os clubes. Para se ter uma ideia, em algumas delas os homens devem vestir blazer e camisa fechada.

Alguns hábitos dos argentinos, no entanto, diferem do que estamos acostumados a ver por aqui. Como os argentinos consideram Buenos Aires uma cidade cara, a maioria deles faz um “esquenta” na casa dos amigos antes de ir para as baladas. Até aí, normal. Mas é que eles chegam muito tarde nas baladas. Então, não estranhe se antes das duas horas da manhã a balada ainda não estiver bombando. (Na verdade, nós brasileiros acabamos achando tudo barato por causa do câmbio: o real vale quase dois pesos e cinquenta centavos.)

Se você tem poucos dias em Buenos Aires, não hesite em experimentar. Os preços das entradas das baladas são baratos, então facilmente você consegue sair de uma e entrar em outra, caso não curta o ambiente. Mas preparei uma seleção que vai ajudar em sua visita. E fique tranquilo que eles entendem nosso portunhol!

Club Shampoo – Se você olhar a foto acima, pode estranhar a afirmação de que no Club Shampoo há um desfile de beldades, todas muito elegantes. Na verdade, a imagem é de um dia especial, comemorativo: a festa do Halloween. Gente bonita (a foto menor diz tudo) e descolada e uma infinidade de opções de bebidas (de vodkas super premium como Belvedere e Grey Goose até champagnes Don Perignon e Veuve Clicquot) fazem da casa um lugar único.Localizada no charmoso bairro de Recoleta, a night club costumava ser o cabaré mais famoso da cidade, há mais de 20 anos. Hoje, no entanto, é uma das discotecas mais exclusivas de Buenos Aires, organizada pela Cool Hunter. Em sintonia com as tendências de geração de cidades como Paris e Nova York, o lugar oferece um ambiente exclusivo e privado. Com line-up de DJs nacionais e internacionais, Shampoo é escolhida por ilustres celebridades públicas e conhecidas todas as noites. Deixando para trás o velho cabaré, Shampoo oferece uma nova opção de balada elegante e de caráter único de quinta a sábado. www.clubshampoo.com.ar

Pacha – A Pacha é uma franquia e conta com memoráveis baladas ao redor do mundo. Uma delas fica em Buenos Aires. A versão portenha é incrível, mas só indicada para quem gosta muito de techno! Enorme, a boate tem dois ambientes, uma pista principal que é gigante e mega calorenta e os melhores djs do país. Alguns acham a balada mais parecida com o estilo Ibiza (principalmente por causa do house que toca). O turista ainda pode desfrutar de uma vista privilegiada, já que a boate está em frente ao rio que corta a cidade. Se você curtir altas horas na balada, uma dica é aproveitar e ver o dia nascer. É realmente muito bonito. Lá dentro, o projeto de som e iluminação favorece a decoração e é um dos mais bonitos da cidade. Quanto aos dias certos para ir, o que mais bomba é o sábado, mas a balada também abre às sextas. Embora não esteja localizada na zona badalada de Palermo, vale a pena ir até o local, próximo ao Aeroparque, para curtir a noite com um preço justo, sendo mais barata que as outras. http://www.pachabuenosaires.com

Asia de Cuba – A balada é linda, mas funciona da seguinte forma: durante a noite é restaurante com culinária asiática, após a meia noite vira balada de House. Mais uma das casas que apresentam pessoas bonitas e elegantes, mas como tudo que é bom tem seus contratempos: as filas são enormes… Mesmo assim, é uma das melhores baladas de Buenos Aires e localizada em um único ambiente, enorme, com Budas gigantescos na decoração. A balada está localizada fora do burburinho de Palermo e Recoleta, ficando em Puerto Madero. Com pista de dança grande, música mais voltada para a eletrônica e vários camarotes, a balada atrai vários públicos, no geral entre 25 e 40 anos. Um dos pontos fortes do bar da balada são os vários drinks diferentes que são oferecidos. Mas para isso você precisa ter coragem para ousar.www.asiadecuba.com.ar

L’abeille – Se você está a procura de uma balada mais elitizada com pessoas de todas as idades, a L’Abeille é a opção mais certeira. Os puros- sangues da alta sociedade se encontram lá. Tapetes de pele de leopardo e cortinas de veludo fazem parte do requinte oferecido no interior sombrio da casa. Em L’Abeille, elegância é uma obrigação: vá de blazer e camisa fechada, se não quiser se sentir o estranho no ninho. Localizado em uma das ruas mais chiques de Recoleta (Arroyo), a dica de bebida é um coquetel exclusivo da casa: o Miel l’Abeille. www.labeille.com.ar

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