Public LifeStyle, edição 6

37113_392648024161858_615349555_nTrabalho de produção para realização de vitrines, alem da matéria de capa e outras reportagens (assinadas por mim) fazem fazem parte da edição 6.

Capa – José Roberto Montoro – Crescer em valores (estruturais e morais) – (Diagramação 32 Capa 33 Capa 34 35 Capa

Em 2011, a Porto Seguro inaugurou uma nova sede em Santos, bem acima dos padrões das sucursais da empresa pelo Brasil. Para entender melhor a importância da cidade para a empresa, o diretor executivo de produção da Porto Seguro, José Roberto Montoro explica esse crescimento e fala sobre o mercado de seguros na região

Quem vê o diretor executivo de produção da Porto Seguro, Jose Roberto Montoro, falar com tanta naturalidade sobre o mercado de seguros talvez nem imagine quantos anos de experiência ele carrega nesse ramo. Conhecendo o segmento até melhor que a palma de sua mão, o executivo começou a trabalhar nesse mercado desde muito cedo, mais precisamente aos 17 anos de idade, por intermédio do pai, também corretor de seguros (embora essa não fosse sua profissão oficial). “Naquela época as pessoas se formavam corretoras por estarem trabalhando junto a uma seguradora ou a uma promotora há dois anos”, explica Montoro, que — para quem não conhece — é um dos responsáveis pelo crescimento da marca nacional, principalmente na Baixada Santista. Para se ter uma idéia: “Em 1983, a Porto Seguro em Santos tinha um quadro com quatro funcionários, 40 corretores e 400 negócios. Em 2012, 29 anos depois, nós temos 200 funcionários, 700 corretores e 200 mil negócios”, aponta o diretor.

Esse crescimento tem a mão de toda a equipe da Porto Seguro, mas é encabeçado por José Roberto Montoro. Aos 17 anos, entrou no seu primeiro emprego de seguro, que foi na Atlantica Boa Vista. “Eram as pessoas ligadas ao político Mario Andreazza, pessoas do governo que trabalhavam até dentro dessas seguradoras. E foi aí que eu acho que pegou: entrou no sangue”, relembra. Um ano após, passou a trabalhar em uma companhia italiana, a Assicurazioni Generali, primeiramente em São Paulo e depois de cinco anos, foi convidado a abrir um escritório em Santos da companhia. “Então vim para cá e comecei a fazer um trabalho junto aos bancos, já que naquela época a maior parte deles não tinha seguradora e eram corretores de seguros”, conta.

Passados cinco anos, os bancos começaram a comprar seguradoras. Nessa mesma época, seu tio, André Franco Montoro, foi eleito governador, e José Roberto Montoro foi convidado a trabalhar no governo (ou na corretora de seguros do banco estadual, ou na Prosesp que era a seguradora do estado). “E fui naquela época fazer uma experiência lá, já desanimado com o mercado de Santos, porque os bancos estavam comprando seguradoras. Eu tinha feito um projeto de desenvolvimento de mercado junto a corretores de seguros, que a direção da Generalli não comprou a ideia”.

Nessa experiência no governo, em um jantar, foi apresentado a Jayme Garfinkel, hoje presidente do Conselho de Administração da Porto, e não perdeu tempo: apresentou seu projeto. “A Porto obviamente não era ainda desse tamanho, mas eu comentei com o Jayme sobre meu projeto e no jantar ele falou que, se dependesse dele, no dia seguinte eu já estava contratado”. Nesse dia, ele conta que voltou para casa ansioso, já que com a proposta de emprego da Porto Seguro, ele precisava tomar a decisão de sair da Generalli (o período do estágio no governo foi feito durante suas férias), empresa em que trabalhava há dez anos. “Abracei a proposta. Quando vim para a Porto Seguro, ficava aqui e em São Paulo, mas já era responsável pela região”, explica.

Com o tempo e o investimento nos corretores de seguros, foram expandindo e começaram a contratar funcionários para ir até Ubatuba, Registro, para pegar a abrangência toda do litoral. “E aí foi indo dia após outro. Esses funcionários sempre divulgaram nossos produtos e sempre mostraram o que era a Porto Seguro. No fundo, eles eram grandes promotores. E com isso, eles iam vendo a necessidade do corretor e como desenvolvê-lo”, conta. Aliás, para Montoro, não há dúvida: o grande truque foi investir no corretor. Por isso a Porto Seguro cresceu, na visão dele. “Eu sempre brinquei aqui com nossos gerentes comerciais: ‘enriqueça os corretores’. Se você enriquecer o corretor, enriqueceremos também. Estamos sempre na busca de descobrir quem é a clientela do corretor, onde ele frequenta, e vamos ver o que a gente consegue ter de produto para que ele ofereça aos clientes. E aí desenvolvemos onde ele é forte”, explica.

O carro chefe da empresa foi e continua sendo o automóvel. “E eu acho que vai ser assim por muitos e muitos anos. A Porto Seguro acabou sendo reconhecida como a maior seguradora do país, e é”. Números ratificam a informação: um terço dos carros segurados no país está em poder
da corporação Porto Seguro (Porto Seguro, Itaú e Azul, as três empresas da carteira de automóvel da corporação). “Em São Paulo, a empresa detém 50% desse mercado e, em Santos, acredito que a gente detenha dois terços do mercado. Com muita modéstia, podemos reconhecer que a cada três carros segurados que estão rodando, dois são da Porto. É um número expressivo. São mais de quatro milhões de veículos segurados no Brasil”, enumera.

Segundo Montoro, embora o aumento da violência tenha influenciado, o mercado de seguros também cresceu graças a um trabalho de conscientização feito pelas seguradoras. “A população entendeu a necessidade de se ter um seguro. Em uma roda de quatro pessoas, se uma falar que não tem seguro, você vai achar estranho. Para você comprar o seu carro, a sua casa, tudo isso custou e você não quer perder”, explica. E exemplifica: “Imagina um executivo que tenha 40 e tantos anos de idade e dois filhos na escola. Ele está trabalhando hoje não é pensando no presente e, sim, no futuro. Tudo que está ganhando, ele quer preservar, porque ele conquistou e a única forma dele falar ‘Eu tenho isso’ é ter seguro. Porque se acontecer algo, ele tem cobertura. Quando minha neta nasceu, a primeira coisa que eu dei para minha filha foi uma previdência. Essa previdência já vai pagar a faculdade dela”.

Montoro também esclarece que, hoje, não são apenas os carros acima de determinado valor que são segurados. “Esse que compra um carro de 400 mil e o que compra o carro de 40 tem a mesma preocupação. Vem em conjunto com a violência e o medo dela, tanto é que o número de carros blindados é uma coisa impressionante. As pessoas estão comprando carro de menor valor para poder blindar. Com medo”, analisa. E ironicamente, essa sensação de violência favorece as seguradoras. “Por exemplo, no dia seguinte de um grande incêndio, que saia no jornal, o índice de seguros contra incêndio aumenta. São seguros baratos. A taxa deve ser coisa de 0,10%. Uma coisa ridícula o valor”.

Nesse sentido, o diretor aproveita para falar sobre o número de serviços que a Porto Seguro tem em sua prateleira: 48 produtos no total. “Um corretor de seguros não vai conseguir falar de todos, a não ser que passe o fim de semana com o cliente. Eles precisam falar dos produtos que interessam aos clientes. Tanto é que a Porto Seguro, hoje, não é uma companhia de seguros. É uma companhia de serviços. Consórcio, por exemplo, não é seguro. Mas você quer uma coisa mais gostosa do que contemplar um segurado nosso? A maior parte dos nossos compradores de consórcio já são clientes da Porto”. Aliás, este é outro ponto de destaque que explica o sucesso da empresa: a fidelização. “Estatísticas mostram que se você tiver quatro ou cinco negócios com a gente, para um concorrente levar você é muito mais difícil, porque você já cria esse elo. Eu teria que ser muito ruim para perder você, e ruim a gente não é. Surpreendemos o cliente. Queremos ir até sua casa e trocar uma lâmpada, trocar uma hidra para você… E queremos que você use esses benefícios. Tem cliente que sente já ter recebido de volta o que pagou, e em dobro. Ótimo. É isso que queremos”.

O prédio e a expansão

Em 2011, a Porto Seguro inaugurou a nova sede. “Que empresa iria investir em Santos, construindo uma sede como essa? Está acima dos padrões das sucursais que temos espalhadas pelo Brasil”, afirma Montoro. O local reserva três andares para corretores (são 120 trabalhando só no mercado de corretagem). “Eles recebem seus segurados como se fosse escritório deles, independente de eles terem uma mesa. Mostram o prédio, começam vindo aqui no meu andar, que tem a área jurídica, ressarcimento, Marketing, SAC (central de reclamações), que é o único que tem no Brasil fora de São Paulo. Além disso, temos a parte comercial e de controle de números da empresa e uma diretoria local, que não existe em nenhum lugar do Brasil, só aqui que eu me divido em São Paulo e Santos. Então esse corretor começa mostrando esse andar e vai pelo prédio todo. Ele apresenta a seriedade de nossa empresa”, conta. “No sexto andar, criamos uma lan house com 16 lugares. Fazemos treinamento, reciclagem e tudo voltado para a internet, porque os corretores precisam saber trabalhar também com eletrônicos. Temos outra sala ao lado com 25 lugares com professores dando aula. Estamos formando pessoal até para zeladoria, faxineiros de prédio, que também nós temos uma empresa que presta esses serviços”.

Mas essa estrutura só foi possível graças à expansão da Porto Seguro. E, além do já citado investimento nos corretores, outros motivos merecem destaque. “Cada vez mais desenvolvemos e aperfeiçoamos nossos produtos. Internamente, montamos uma estrutura forte para atendimento aos corretores. Temos uma retaguarda de serviço de automóveis nesses centros automotivos: um aqui, um na Washington Luis (são seis no litoral) para que o segurado sinta nossa presença. Tudo isso foi fazendo com que o cliente entendesse que nossa empresa tem respeito por esse dinheiro que é depositado em nossa confiança”. Além disso, Montoro cita o trabalho de marketing, com comunicação via email com os clientes para divulgar produtos. “É uma empresa com índice de reclamação abaixo de qualquer índice do mercado, não só do segurador, como mercado em geral. E um índice alto de solução. O que cai aqui não vai passar de 24 horas para ser resolvido, nem que seja para dizer ‘não’. Uma satisfação”.

Montoro cita um bom exemplo: “Eu até costumo lembrar um atendimento da central 24 horas. Uma senhora dizia que não era nossa segurada, mas que estava desesperada, presa na Marginal com o carro quebrado às seis e meia da tarde. Ela contou que só estava ligando porque era nossa segurada até dois meses antes e lembrou o nosso número. A atendente perguntou a placa do carro, colocou no sistema, viu que era uma verdade que dois meses antes ela era segurada, e por livre e espontânea decisão dela, disse: ‘Dentre em instantes vai chegar um guincho aí e um taxi para pegar a senhora’. A mulher respondeu: ‘minha filha, você está entendendo que eu não sou segurada? Quanto vai custar isso?’ E a atendente: “Não vai custar nada, estamos entendendo seu problema e vamos ajudar a senhora’”, conta o diretor.

Segundo ele, esse relato veio por intermédio dessa mulher, que mandou uma carta para o presidente da empresa. “Nós chamamos essa pessoa do atendimento depois: é um exemplo de funcionária. Ela conseguiu medir rapidamente naquela decisão: quanto ia custar para a empresa? Um guincho? Que já estava na Marginal, pois ela vai pegando no GPS? Mas ela sabia que na empresa ela teria como justificar a situação daquela senhora, que falou a verdade e ela atendeu. Esse exemplo mostra o que é a Porto”

Além de assistência psicológica, segundo Montoro, a Porto tem trabalhado o lado espiritual das pessoas. “Elas tem que estar bem espiritualmente”.

O líder

Centrado, acessível e disponível, Montoro se diz muito alinhado aos valores e a missão da empresa. “Buscamos ouvir as pessoas, porque a gente cresce ouvindo as pessoas. Eu sempre falo que aos corretores que a companhia chegou onde chegou por causa da crítica e da sugestão deles”. A preocupação com esse lado espiritual e o respeito à concorrência são outros pontos em comum de Montoro com a corporação. “A Porto Seguro é um exemplo para mim. E eu quero ser um exemplo para todos que trabalham comigo”. E Montoro, com toda sua experiência, tem um lema, que o faz ainda mais parecido com a Porto Seguro. Um lema que gosta sempre dizer ao final de suas conversas com corretores: “Independente das nossas obrigações, da necessidade de sermos bons profissionais, de levarem a sério nosso trabalho, não vamos esquecer de sobrar tempo para estarmos com nossos amigos, com nossa família, com nossos netos e vamos ser felizes”.

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Doce de leite – La Dulce Vida – (Diagramação 26 Doce de leiteok

Histórias e lendas cercam sua criação. Embora seja difícil pontuar sua origem exata, conheça mais detalhes sobre uma iguaria capaz de adoçar a vida com seu sabor delicioso presente em diversos recheios de doces

Ele é a base de metade dos doces argentinos (principalmente do popular alfajor) e está presente em muitos recheios de bolos no Brasil. No nosso país vizinho, ele tem importância cultural igual a parrilada, ao vinho de Mendoza e ao tango. De sabor excessivamente açucarado, com gosto de caramelo ligeiramente defumado, é claro que estamos falando do doce de leite. E nisso devemos dar o braço a torcer: mesmo que os argentinos não sejam os inventores, o deles é o melhor de todos.

A origem da iguaria é incerta. Muitos países — a própria Argentina — reivindicam a grande descoberta. Mas a verdade é que, por ser fácil de fazer, acredita-se que foi criado ao mesmo tempo em diferentes países. Afinal, do que se precisava para criar essa obra-prima? Leite em abundância e a suficiente disponibilidade de açúcar. Essa mente brilhante ordenhou uma vaca, derramou o leite num recipiente e colocou açúcar. Pôs no fogo e deixou ferver lentamente. Quando a temperatura atingiu 150º centígrados, o líquido evaporou e o que ficou ganhou consistência e a cor de caramelo. Pronto: nasce uma delícia que recheia alfajor, bolo e serve de acompanhamento para torradas e bolachas.

Existe um misto de lenda e história que dão vida ao doce de leite. Segundo contam os argentinos, no início do século XIX, havia uma sangrenta guerra civil, opondo o general e futuro ditador Juan Manuel de Rosas e o general Juan Lavalle. Inimigos de morte, os dois haviam convivido na infância e tiveram a mesma ama-de-leite, Natália — o que, na Argentina, equivale a dizer que eram “irmãos” e tinham um “pacto de sangue”. Isso não impediu a guerra e em dado momento, percebendo que sairia derrotado, Lavalle foi ao encontro de Rosas para negociar a rendição. Quando chegou à casa em Cañuelas, província de Buenos Aires, Rosas ainda não havia chegado e Lavalle, cansado, deitou na cama de “irmão”. Nesse momento, Natália preparava uma lechada (leite fervido com açúcar, colocado em cuia de chimarrão e servido no lugar de água) e, percebendo que aquilo não iria sair bem, tentou acordar o “filho de leite”. Sem sucesso, ela decidiu esperar por Rosas ao lado de Lavalle, para evitar um ato sangrento. Quando Rosas chegou, divertiu-se com a cena, o que deixou Natália aliviada para voltar à cozinha e lembrar do que era para ser a lechada, que se transformou em uma preparação pastosa e com um aroma delicioso (doce de leite!). Rosas mais tarde admitiu ser fã assumido da iguaria.

Curiosamente, Cañuelas teve, em 1908, a primeira loja a disponibilizar o doce de leite em escala. Logo o produto rumou às diversas fábricas do gênero no país, que hoje fabricam 120 mil toneladas dessa delícia. Havanna, Chimbote, Poncho Negro, Patagonia e La Salamamdra são as marcas de maior prestígio. Na Argentina, o doce de leite é classificado em duas classes: preparado apenas com leite e açúcar; receita que incorpora baunilha e bicarbonato de sódio. As duas classes são deliciosas, arrebatam corações, apaixonam pelo sabor e são inesquecíveis. Vida longa a doce vida!

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Lexus – Beirando a perfeição – (Diagramação 30 Lexus)

Um automóvel que já era tido como um dos melhores do segmento inovou ainda mais e trouxe mais de três mil alterações. Bem vindo à perfeição

A Lexus promoveu significativas mudanças no LS 460, um carro que já era quase perfeito. O novo sedã, carro-chefe da Lexus, é uma arrojada mistura de refinamento e evolução e teve mais de três mil alterações em relação ao seu antecessor (três delas inéditas no mercado automotivo mundial). O LS 460 traz design vigoroso com a nova grade tipo spindle, além de dirigibilidade superior aos concorrentes e tecnologia de ponta.

O exterior do novo LS 460 foi significantemente alterado. Pela primeira vez na Lexus, o modelo pode ser equipado com todas as luzes exteriores em LED, incluindo um tubo esculpido em forma de “L” para utilização diurna. Quando o assunto é dirigibilidade, mais melhorias: novas técnicas de soldagem a laser e de montagem aumentaram a rigidez da carroceria como um todo. Isso não apenas aprimora a estabilidade como também permite um rodar mais suave e confortável, sem perda na agilidade do veículo. Além disso, o novo LS 460 chega para se posicionar como um dos carros mais silenciosos e confortáveis do mundo, já que conta com câmaras de redução de ruídos nas rodas, inéditas na história da marca.

Sob o capô está o motor V8 de 4.6 litros e 32 válvulas, Dual VVTiE acionado por atuador elétrico, que gera 347cv de potência a 6.400 rpm, com torque de 46,k mkgf a 4.000 giros. A suspensão é independente nas quatro rodas, do tipo Multi Link, com barra estabilizadora (dianteira) braços e suportes de fixação em alumínio.

O belo interior com acabamento artesanal do LS 460 é complementado pelo primeiro Sistema de Iluminação Avançado do mundo, com destaque para a iluminação do interior da cabine no tom branco champanhe e para a iluminação dinâmica em LED do painel de instrumentos. Em suma, o novo LS 460 foi projetado para reforçar ainda mais a excepcional qualidade que conferiu à Lexus inúmeros prêmios internacionais.

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